quarta-feira, 23 de abril de 2014

HOMENAGEM AO PRIMEIRO CTG DO MUNDO!!!

   “Nenhum povo é dono do seu destino, se antes não é dono de sua cultura.”
   
     (JOSÉ MARTÍ - Havana, 28 de janeiro de 1853 — Dos Ríos, 19 de maio de 1895 - político, pensador, jornalista, filósofo, poeta e maçom cubano).

     OUÇA O PROGRAMA “BUENOS DIAS”,  de SEGUNDA-FEIRA à SEXTA-FEIRA, das 06h às 08h, pela RÁDIO COM PIRATINIENSE – FM 87.9 – www.radiocomfm.com.

    PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO: JUAREZ MACHADO DE FARIAS.

      Participe da página da RÁDIO no Facebook: https://www.facebook.com/radiocompiratiniense

                          ***************
      
      O PROGRAMA CONTINUA AS CAMPANHAS:

1) PELA RESPONSABILIDADE COTIDIANA DE CADA PESSOA EM SELECIONAR O LIXO POR ELA PRODUZIDO;

2) PELA SENSIBILIZAÇÃO DE NÓS, SERES HUMANOS, PARA UMA RELAÇÃO ÉTICA COM OS ANIMAIS NÃO HUMANOS.

    Nesta quinta-feira, 24 de abril de 2014, além de música, poesia, roncos de mate e vozes de aves nativas, teremos as seguintes atrações:

1)      homenagem ao município de          CAMAQUÃ, criado a 19 de abril de 1864;

2)alusão à criação do "35 CTG" em Porto Alegre, em 24 de abril de 1948;

3)          o causo inédito “REMÉDIO PRA CAVALO”adaptado por JUAREZ MACHADO DE FARIAS a partir de relato de ROLANDO BOLDRIN em seu programa “SR. BRASIL” pela TV CULTURA;

4)      o poema “GALPÃO NATIVO” de JAYME CAETANO BRAUN;


5)      destaque à obra fonográfica “LA VOZ DE PEPE GUERRA”.


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   A imagem que ilustra esta postagem registra o "35 CTG" em Porto Alegre  (disponível em http://www.ocariucho.com.br/?p=6821   acesso em 11 de abril de 2014).




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      Eis o poema em destaque:


"GALPÃO NATIVO

(AUTOR: JAYME CAETANO BRAUN)

Meu velho galpão de estância
Da pampa verde-amarela
Que ficou de sentinela
Da história de nossa infância
És um marco na distância
Da velha capitania
Porque foste a sacristia
Do batismo do gaúcho
Quando moldou-se o debucho
Da pátria que amanhecia.



Quinchado de santa fé
Oito esteios, pau a pique
Até parece um cacique
Todo emprumado de pé
O legendário sepé
Legítimo rei no trono
Que desde o primeiro entono
Trazia a pátria nos tentos
Anunciando aos quatro ventos
Que esta pátria tinha dono.



Velho bivaque nativo
Encravado na coxilha
Palanque de coronilha
Do rio grande primitivo
Altar do fogo votivo
Que um dia o guasca acendeu
E aceso permaneceu
Bordado de picumãs
Anunciando aos amanhãs
Que o gaúcho não morreu.



Não existe nada igual
Em qualquer parte do mundo
Como o vínculo profundo
Do galpão tradicional
Que esse fogão ancestral
Que acalenta e arrebata
Nesta velha casamata
Onde o guasca viu a luz
Galpão que a história traduz
Como oficina de pátria.



Foi aqui que se fundiram
Aqueles velhos modelos
Que serviram de sinuelos
Da pátria que constituíram
Da pátria que construíram
Que a isso se propuseram
E nunca se detiveram
Porque nunca se detinham
Pra perguntar de onde vinham
Nem tampouco quantos eram.



Foi aqui que descansaram
Depois das lides guerreiras
Os centauros das fronteiras
Que irmanados chimarrearam
E foi daqui que marcharam
Os andejos e os gaudérios
Negros e mulatos sérios
E tapejaras errantes
Gaúchos e bandeirantes
Rasgadores de hemisfério.



O grande poeta Balbino
Marques da Rocha escreveu
Que o rio-grandense cresceu
Dono do próprio destino
Peleando desde menino
Criado longe do pai
E é ele que um dia vai
De boleadeira e de vincha
E trás o brasil na cincha
Pras barrancas do Uruguai.



Esse é o galpão que cultuamos
Esse é o galpão que queremos
Esse é o galpão que erguemos
E o galpão que conservamos
Como dizia rui ramos
Velho tribuno imponente
Um pedaço de presente
E um pedaço de passado
E futuro enraizado
No subsolo da gente.



Essa legenda, essa história
Essa história, essa legenda
Desta rústica vivenda
Da luta demarcatória
Da luta emancipatória
Da velha pátria comum
Não há preconceito algum
No velho galpão campeiro
Ao pé de cujo braseiro
Sempre há lugar pra mais um.



Tribunal e refeitório
De maulas e milicianos
De charruas e milicianos
Sem pátria nem território
Hoje és, galpão, repertório
Daquelas charlas fraternas
E das lembranças eternas
Das saudades que ficaram
Dos centauros que matearam
Nos teus cepos de três pernas.



Porém te resta o encargo
Velho galpão ancestral
Legendária catedral
De pátria e de pampa largo
No ritual de mate amargo
Ainda existe cevadura
És um templo na planura
De paz, amor e carinho
Pra iluminar o caminho
Da grande pátria futura.



Mas se não houver campo aberto
Lá em cima quando eu me for
Um galpão acolhedor
De santa fé bem coberto
Um pingo pastando perto
Só de pensar me comovo
Eu juro pelo meu povo
Nem todo o céu me segura
Retorno a velha planura
Pra ser gaúcho de novo."

quinta-feira, 10 de abril de 2014

O RONCO DO MATE NO RÁDIO DE PIRATINI!!!

“Nenhum povo é dono do seu destino, se antes não é dono de sua cultura.”
   
     (JOSÉ MARTÍ - Havana, 28 de janeiro de 1853 — Dos Ríos, 19 de maio de 1895 - político, pensador, jornalista, filósofo, poeta e maçom cubano).

     OUÇA O PROGRAMA “BUENOS DIAS”,  de SEGUNDA-FEIRA à SEXTA-FEIRA, das 06h às 08h, pela RÁDIO COM PIRATINIENSE – FM 87.9 – www.radiocomfm.com.

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2) PELA SENSIBILIZAÇÃO DE NÓS, SERES HUMANOS, PARA UMA RELAÇÃO ÉTICA COM OS ANIMAIS NÃO HUMANOS.

    Nesta sexta-feira, 11 de abril de 2014, além de música, poesia, roncos de mate e vozes de aves nativas, teremos as seguintes atrações:

1)      homenagem ao município de          BROCHIER, criado a 11 de abril de 1988;

2)      a matéria jornalística intitulada “NOVO POLO PARA A ERVA-MATE” de LUISA MARTINS, publicada na edição de 28/03/2014, do jornal ZERO HORA, página 03 do caderno “Campo e Lavoura”;

3)          o causo inédito “NEGÓCIO DE CAVALO” adaptado por JUAREZ MACHADO DE FARIAS a partir de relato de ROLANDO BOLDRIN em seu programa “SR. BRASIL” pela TV CULTURA;

4)      o poema “CHIMARRÃO” de GLAUCUS SARAIVA, extraído da obra “POESIAS” (Porto Alegre: AGE, 1992);


5)      destaque à obra fonográfica “6ª VERTENTE DA CANÇÃO NATIVA” de PIRATINI, RS.


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   A imagem que ilustra esta postagem (pintura de autor desconhecido) está disponível em   http://sauerkrautpomer.blogspot.com.br/2013_01_01_archive.html, acesso em 10 de abril de 2014.




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      Eis o poema em destaque:

“Chimarrão

Autoria: Glaucus Saraiva



Amargo doce que eu sorvo
Num beijo em lábios de prata.
Tens o perfume da mata
Molhada pelo sereno.
E a cuia, seio moreno,
Que passa de mão em mão
Traduz, no meu chimarrão,
Em sua simplicidade,
A velha hospitalidade
Da gente do meu rincão.

Trazes à minha lembrança, 
Neste teu sabor selvagem, 
A mística beberagem, 
Do feiticeiro charrua, 
E o perfil da lança nua, 
Encravada na coxilha,
Apontando firme a trilha, 
Por onde rolou a história, 
Empoeirada de glórias, 
De tradição farroupilha.

Em teus últimos arrancos, 
Ao ronco do teu findar, 
Ouço um potro a corcovear, 
Na imensidão deste pampa, 
E em minha mente se estampa, 
Reboando nos confins , 
A voz febril dos clarins, 
Repinicando: "Avançar"!
E então eu fico a pensar, 
Apertando o lábio, assim, 
Que o amargo está no fim, 
E a seiva forte que eu sinto, 
É o sangue de trinta e cinco, 
Que volta verde pra mim.”

quarta-feira, 9 de abril de 2014

PIRATINI EM 1928 NA RÁDIO COM PIRATINIENSE!!!

“Nenhum povo é dono do seu destino, se antes não é dono de sua cultura.”
   
     (JOSÉ MARTÍ - Havana, 28 de janeiro de 1853 — Dos Ríos, 19 de maio de 1895 - político, pensador, jornalista, filósofo, poeta e maçom cubano).

     OUÇA O PROGRAMA “BUENOS DIAS”,  de SEGUNDA-FEIRA à SEXTA-FEIRA, das 06h às 08h, pela RÁDIO COM PIRATINIENSE – FM 87.9 – www.radiocomfm.com.

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1) PELA RESPONSABILIDADE COTIDIANA DE CADA PESSOA EM SELECIONAR O LIXO POR ELA PRODUZIDO;

2) PELA SENSIBILIZAÇÃO DE NÓS, SERES HUMANOS, PARA UMA RELAÇÃO ÉTICA COM OS ANIMAIS NÃO HUMANOS.

    Nesta quinta-feira, 10 de abril de 2014, além de música, poesia, roncos de mate e vozes de aves nativas, teremos as seguintes atrações:

1)      homenagem ao município de         DEZESSEIS DE NOVEMBRO, criado a 11 de abril de 1988;

2)      trecho de “MENSAGENS APRESENTADAS AO CONSELHO MUNICIPAL DE PIRATINY PELO INTENDENTE PAULO D’ÁVILA PINHEIRO EM 10 DE OUTUBRO, 10 E 20 DE NOVEMBRO DE 1928. COM OS RELATÓRIOS DO SECRETÁRIO DO THEZOURO E DO SECRETÁRIO DO MUNICÍPIO”, cedido gentilmente a este radialista pelo ex-prefeito LUIZ ANTÔNIO DA CUNHA FARIAS, o ALEMÃO;

3)      o causo “O BARBUDO”, extraído da obra  “NA HORA DO MATE – Contos Gauchescos” de ELTON BARBOSA (Pelotas: Gráfica Princesa, 2008, p.  20);

4)      o poema “FARRAPO” de VARGAS NETTO, disponível em   http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/rio_grade_sul/vargas_netto.html, acesso em 09 de abril de 2014;


5)      destaque à obra fonográfica “14º REPONTE DA CANÇÃO” de SÃO LOURENÇO DO SUL, RS.
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   A IMAGEM QUE ILUSTRA ESTA POSTAGEM REGISTRA FOTOGRAFIA DE PIRATINI ANTIGA,  EM TRECHO DA ATUAL AVENIDA GOMES JARDIM – disponível em   http://nossapiratini.blogspot.com.br/, acesso em 09 de abril de 2014.




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      Eis o poema em destaque:

                               FARRAPO
(Autor: VARGAS NETTO)

Esfarrapado senhor do seu desuno!
Nobre esbanjador da coragem!
Milionário dos impulsos generosos!
Pródigo do amor! Perdulário da fé!

Tua carne se esfarrapou como a tua roupa...
Teu sangue rolou como a água da chuva,
Empapando o coração de tua gleba
E fertilizando a liberdade no teu pago!
Mas a tua alma continuou inalterável,
clara e vibrante como uma adaga de prata,
no pulso firme da tua vontade!

Vibraste pela glória de ser livre,
pela ventura de ser forte, leal e bom...
Foste tão generoso para a vida de tua ideia
que nunca lhe regateaste a paz do teu rancho
nem a vida do teu corpo!...

E morreste, como Deus quis,
no grande leito do campo!
Teu coração deu o último latido
sobre o chão da tua querência...
Face a face com o mesmo céu,
que doirou as tuas vitórias
no velho ouro do sol,
e, depois, te amortalhou naquele veludo imortal

de uma noite profunda do pampa!"

terça-feira, 8 de abril de 2014

RAFAEL PINTO BANDEIRA NO RÁDIO DE PIRATINI!!!



  “Nenhum povo é dono do seu destino, se antes não é dono de sua cultura.”
   
     (JOSÉ MARTÍ - Havana, 28 de janeiro de 1853 — Dos Ríos, 19 de maio de 1895 - político, pensador, jornalista, filósofo, poeta e maçom cubano).

     OUÇA O PROGRAMA “BUENOS DIAS”,  de SEGUNDA-FEIRA à SEXTA-FEIRA, das 06h às 08h, pela RÁDIO COM PIRATINIENSE – FM 87.9 – www.radiocomfm.com.

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2) PELA SENSIBILIZAÇÃO DE NÓS, SERES HUMANOS, PARA UMA RELAÇÃO ÉTICA COM OS ANIMAIS NÃO HUMANOS.

    Nesta quarta-feira, 09 de abril de 2014, além de música, poesia, roncos de mate e vozes de aves nativas, teremos as seguintes atrações:

1)      homenagem ao município de ERNESTINA, criado a 11 de abril de 1988;

2)      destaque à data de 09 de abril de 1795, quando faleceu RAFAEL PINTO BANDEIRA, segundo a obra “Tropeando datas” de Otávio Peixoto de Melo,  o Maragato (Cachoeira do Sul: Editora Sul Cultura,1997,p. 21);

3)      o causo “O COMEÇO DA BRIGA”, extraído da obra  “RAPA DE TACHO – Causos Gauchescos” de APPARICIO SILVA RILLO (Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2002, p. 11 a 13);

4)      o poema “SAUDADE” de AMÂNDIO BICCA QUINTANA, disponível em  http://www.estanciadapoesiacrioula.com.br/?p=348, acesso em 08 de abril de 2014;


5)      destaque à obra fonográfica “DESDE LA SELVA
Y EL RÍO” de RAMÓN AYALA.

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   A IMAGEM QUE ILUSTRA ESTA POSTAGEM REGISTRA RETRATO DE RAFAEL PINTO BANDEIRA – disponível em  http://buratto.org/gens/gn_pintobandeira.html, acesso em 08 de abril de 2014.




                    **********

      Eis o poema em destaque:

                               SAUDADE

Saudade é armada de laço
que aos poucos vai apertando,
enquanto a gente sonhando
com a liberdade passada,
não sente o aperto da armada
que aos poucos nos vai matando.

É tapera abandonada
no fundo de algum rincão.
Saudade é água passada
que deixa valos no chão,
é cruz de angico cravada
no alto de um coxilhão.

Saudade é coice certeiro
do tordilho de confiança,
cornada de vaca mansa,
punhalada traiçoeira
que embora a gente não queira
deixa a marca por lembrança.

A brasita que se esconde
entre as cinzas do fogão
conserva quente o galpão
onde o passado se apeia.
Saudade é brasa vermelha
nas cinzas do coração.”



segunda-feira, 7 de abril de 2014

A LENDA DO JARAU NO RÁDIO DE PIRATINI!!!

“Nenhum povo é dono do seu destino, se antes não é dono de sua cultura.”
   
     (JOSÉ MARTÍ - Havana, 28 de janeiro de 1853 — Dos Ríos, 19 de maio de 1895 - político, pensador, jornalista, filósofo, poeta e maçom cubano).

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2) PELA SENSIBILIZAÇÃO DE NÓS, SERES HUMANOS, PARA UMA RELAÇÃO ÉTICA COM OS ANIMAIS NÃO HUMANOS.

    Nesta terça-feira, 08 de abril de 2014, além de música, poesia, roncos de mate e vozes de aves nativas, teremos as seguintes atrações:

1)      homenagem ao município de  QUARAÍ, criado a 08 de abril de 1875;

2)      a lenda da SALAMANCA DO JARAU, disponível em http://www.dana2.com.br/social/nossos_projetos.asp?idTag=1219&idProjeto=1239, acesso em 07 de abril de 2014;

3)      o causo “O ATOLADO DO QUARAÍ”, extraído da obra  “OS MELHORES CAUSOS DE GALPÃO” de ANTÔNIO AUGUSTO FAGUNDES (Porto Alegre: Martins Livreiro-Editor, 2001, p. 11 a 12);

4)       o poema é o  “HINO DE QUARAÍ” (letra e melodia de José Pires Ibaldo) disponível em http://www.quarai.rs.gov.br/CONHECENDO_simbolos.htm, acesso em 07 de abril de 2014;


5)      destaque à obra fonográfica “CARTEIO DA VIDA” de TELMO DE LIMA FREITAS (Gravadora Usa Discos).

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   A IMAGEM QUE ILUSTRA ESTA POSTAGEM REGISTRA ILUSTRAÇÃO DE RODRIGO ROSA REFERENTE À LENDA DA SALAMANCA DO JARAU – disponível em  http://www.dana2.com.br/social/nossos_projetos.asp?idTag=1219&idProjeto=1239, acesso em 07 de abril de 2014.




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              Eis o poema em destaque:

                                HINO DE QUARAÍ 
(Letra e melodia de José Pires Ibaldo)


Recebe hoje meu afeto em canção
Um poema escrito em verso de louvor
Um canto novo brota em cada coração
É o teu hino enaltecido de amor
Querência, Querida, meu Quaraí
As estradas são atalhos prá o teu seio
Do Jarau a Gaudêncio vou cantando
Piazito Carreteiro no assobio
Do Areal ao Saladeiro vou olhando
Teus campos germinam a seiva do amor

Do guarani, Guaiyra nasceu
Rio sol, das ocas e das garças
Teu nome tem glória que a história escreveu
Minha terra natal da esperança

Tua cultura vai além dos mares
Teus braços são muralhas na bravura
Tua bandeira vai andar noutros lugares
Entre tantas belas figuras

Salamanca do Jarau
Nossa mais bela lenda,
Ensina tua prenda
A ser feliz no sarau

Oh, Teiniaguá, que grande esplendor
Na tua imagem sublime nostalgia
Oh Quaraí consagra a poesia
Da tua alegria? Teu hino de amor
E quimera nossa fronteira? Não separa
Não há limites para nosso céu azul
A concórdia uniu Artigas com ternura
Para olhar o cruzeiro do sul
Mesclar horizontes Brasil e Uruguai.”