Caminhos verdes.
Prof. e Doutor Agostinho mostrou-nos a cachoeira.
A cachoeira do Templo das Águas.
Bambus e marcelas na porta.
Marcelas prontas para presentear os visitantes.
Fred e a aconchegante casa da Família Gottinari.
A simplicidade da casa dá lugar a cães e gatos.
Arranjos de inspiração mística enfeitam a casa.
A natureza enfeita todos os espaços do Templo das Águas.
Ao fundo, a casa antiga da Família Gottinari.
Silvia com as hortênsias.
No Templo das Águas, toda a forma de vida é respeitada.
Trilhas ecológicas para serem redescobertas.
Uvas pendem dos parreirais por entre as árvores nativas da trilha ecológica.
A horta ecológica do Templo das Águas.
Todos os espaços são habitados por toques de simplicidade.
A janela da cozinha dá uma vista ao verde do pátio.
Marco Gottinari nos oferece o pão caseiro que sovou com suas próprias mãos de artista.
Eu e Silvia com a ceia natalina do Templo das Águas.
A cachorra Picada, com vinte anos de vida, é cuidada com muito amor pela Família Gottinari.
Na manhã do Dia de Natal, Marco Gottinari toma seu mate e toca violão.
Simbiose até mesmo entre cães e gatos.
Tocando gaita-de-boca ao som da cachoeira do Templo das Águas.
Rádio Comunitária Padre Reinaldo Wist na Colônia Maciel.
Estúdio da Rádio Comunitária Padre Reinaldo Wist.
.
Cemitério da Colônia Maciel.

O túmulo onde está sepultado o Padre ReinaldoWiste, no cemitério da Colônia Maciel
A cachorra Picada, com vinte anos de vida, é cuidada com muito amor pela Família Gottinari.
Na manhã do Dia de Natal, Marco Gottinari toma seu mate e toca violão.
Simbiose até mesmo entre cães e gatos.
Tocando gaita-de-boca ao som da cachoeira do Templo das Águas.
Rádio Comunitária Padre Reinaldo Wist na Colônia Maciel.
Estúdio da Rádio Comunitária Padre Reinaldo Wist.
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Cemitério da Colônia Maciel.
O túmulo onde está sepultado o Padre ReinaldoWiste, no cemitério da Colônia Maciel
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Bardana, usada como emplastro, é boa para dores no nervo ciático. As folhas, em forma de chá, limpam o sangue.
O chá das folhas da chirca controla o diabetes.
Pó de rocha equilibra a composição do solo, aumentando sua fertilidade.
Gengibre manso é uma variedade de gengibre que dá uma perfumada flor e cujo raiz pode ser comestível, usada em saladas cruas.
Um pano molhado com cerveja atrai lesmas e caracóis quando esses animais infestarem os espaços, de forma indesejável. Assim, evitam-se os venenos (químicos) que sempre, de forma imediatista, resolvem um problema mas podem criar outros (de contaminação).
São apenas alguns dos tantos ensinamentos que eu e Silvia ganhamos como presentes de Natal quando visitamos, nos dias 24 e 25 de dezembro de 2011, o Templo das Águas, situado na Vila Maciel, distrito de Pelotas, perto da BR 392.
Fomos recebidos pelo cão Fred e pelo Professor e Doutor Agostinho Mário Dalla Vecchia que descansava por lá e que se preparava para partir de volta à Princesa do Sul.
A propriedade rural de sete hectares, pertencia à Família Gottinari, e, hoje, pertence ao herdeiro Marco Gottinari que, ao lado de sua companheira Martha, administra a pousada onde servem refeições ecológicas, sem carnes, e oferecem oficinas de sensibilização artística a turistas, grupos de estudantes, etc.
Marco Gottinari é um excelente cantor e compositor, já com o segundo trabalho fonográfico pronto no outono de 2011, intitulado "Tudo Uma Canção", onde expõe com rara inspiração seu pensamento holístico por um mundo em comunhão com a natureza.
No Templo das Águas, as belezas naturais são compreendidas pelos seus moradores, como partes indissociáveis das ações dos seres humanos. Por isso, o permanente respeito por todos os elementos que ali coexistem.
A família que reside na casa não é somente a humana mas é também composta pela vintenária cadela Picada, muito bem cuidada por Marco a Marta que, diariamente, trocam ataduras em suas articulações gastas pela longa vida; pelo filho da Picada, o já citado e amável Fred; pelos felinos Brisa, Pistirica, Dexter e Café.
O Templo das Águas é um recanto de recados sutis ao consumismo da sociedade capitalista em que vivemos, inclusive, nesses tempos natalinos, de "ano novo", pascais, etc...
Pensei na necessidade de pararmos um pouco nessa corrida desvairada que a vida tecnológica nos impõe e ofereci aos queridos anfitriões os versos abaixo, de minha autoria, compostos logo após nossa chegada a tão aprazível lugar, na tarde de garoa e vento, em 24 de dezembro.
"TEMPO AO TEMPLO
Apaguei as minhas mágoas
Bebi água boa lá
Onde o canto do silêncio
É o canto do sabiá.
Onde, onde o horizonte
Desce aos olhos da cachoeira
Marta e Marco, cães e gatos
Lá estão de alma faceira.
Pare já o que é veloz
Automóvel, bicicleta
Avião, motocicleta
Vá no Templo ouvir a voz
Que traduz a sua essência
E que é simplicidade
Prove agora essa experiência:
"Desligar sua cidade."
"Tempo ao Templo" é o segredo
Que em seu peito vai se abrir
Como a flor que floriu cedo
Só pro poeta sorrir."
No Templo das Águas, as belezas naturais são compreendidas pelos seus moradores, como partes indissociáveis das ações dos seres humanos. Por isso, o permanente respeito por todos os elementos que ali coexistem.
A família que reside na casa não é somente a humana mas é também composta pela vintenária cadela Picada, muito bem cuidada por Marco a Marta que, diariamente, trocam ataduras em suas articulações gastas pela longa vida; pelo filho da Picada, o já citado e amável Fred; pelos felinos Brisa, Pistirica, Dexter e Café.
O Templo das Águas é um recanto de recados sutis ao consumismo da sociedade capitalista em que vivemos, inclusive, nesses tempos natalinos, de "ano novo", pascais, etc...
Pensei na necessidade de pararmos um pouco nessa corrida desvairada que a vida tecnológica nos impõe e ofereci aos queridos anfitriões os versos abaixo, de minha autoria, compostos logo após nossa chegada a tão aprazível lugar, na tarde de garoa e vento, em 24 de dezembro.
"TEMPO AO TEMPLO
Apaguei as minhas mágoas
Bebi água boa lá
Onde o canto do silêncio
É o canto do sabiá.
Onde, onde o horizonte
Desce aos olhos da cachoeira
Marta e Marco, cães e gatos
Lá estão de alma faceira.
Pare já o que é veloz
Automóvel, bicicleta
Avião, motocicleta
Vá no Templo ouvir a voz
Que traduz a sua essência
E que é simplicidade
Prove agora essa experiência:
"Desligar sua cidade."
"Tempo ao Templo" é o segredo
Que em seu peito vai se abrir
Como a flor que floriu cedo
Só pro poeta sorrir."
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